Muitos de nós crescemos tortos para o amor: incapazes de dar, desesperados por receber. Ou um contrário perverso disso: desesperados para dar, incapazes de receber. Quando não uma combinação cruel das duas coisas: incapazes de dar e de receber.
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Segundo a Teoria da Navete, cada ser humano possui um corpo físico e um corpo cósmico. O físico é esse que podemos ver. E o cósmico é o universo interior, “que pode ser comparado a uma nave espacial com milhões e milhões de botões… que representam as emoções, os sentimentos, as sensações, o passado, os gostos e o porquê misterioso do nosso ser.”
Se chamava sofá, mas poderia ser Bruna, Talita, Daniel, Roberto…
Quando o conheci era noite. Não havia muita iluminação.
Ficava bem de frente para uma TV grande!
Era comprido…
Estreando em nosso blog, Paola Damascena Possari nos traz uma carta aberta para Oyèronké Oyěwùmí.
Carol Nascimento estreando em nossa blog, entre pinturas, poesias e reflexões: a arte de crer no improvável.
O livro é Tempo de voo, de Bartolomeu Campos de Queirós, ilustrado pelo espanhol Alfonso Ruano e publicado pela primeira vez em 2009, pela editora SM (hoje republicado pela editora Global). Sim, mais uma vez ele aqui. “Mil vezes mil.” Bartolomeu é necessário.
La Paloma Presentes é um dos valores em circulação, uma série composta por ensaios de cenas de uma loja onde duas mulheres comerciantes convivem com mercadorias, artesãs, freguesia e uma sorte de valores em circulação. A rede de poderes e magias em jogo na vida daquelas mulheres é o que estava sendo tateado em texto e imagens. Por Carmen Capra.
Conseguir este livro, Cartas a Lúcilio, foi difícil. Queria a mesma edição que foi citada no Atlas do Corpo e da Imaginação, do Gonçalo M. Tavares, que é o meu “livro de areia”, um livro infinito. Numa viagem a Lisboa, procurei em livrarias e na própria Fundação Calouste Gulbenkian, a editora, e todos me diziam que estava esgotado há anos.
Livros são criaturas que podem fazer de tudo. Uns emocionam, outros divertem, alguns ensinam, muitos assombram. Poucos afetam nossa química. Como se um big bang particular acontecesse dentro da nossa cabeça, uma mini supernova explodisse em milhares de luzes, e ganhássemos uma fresta de infinitude para ver a vida de um outro lugar; um lugar de onde não conseguimos mais desver – nem se quiséssemos.
Preciso pedir licença a memória desse querido e admirado escritor para tocar em sua obra, Um toque amoroso e despretensioso. Usando meu direito de leitora, pretendo dizer apenas dos afetos.
“Foi preciso deitar o vermelho sobre o papel branco para bem aliviar seu amargor.”

