Que casa é essa?

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÕES
1º SEMESTRE DE 2021
PÓS ONLINE

PROGRAMAÇÃO

CURSOS ONLINE – CULTIVAR O SENSÍVEL
(programação de fevereiro a junho/2021)

[24/02/21] Grupo de Estudos: Do mito ao conto, do conto ao mito: uma jornada poética – com Marco Haurélio

[04/03/21] Recorte a vida e transforme em arte -com Sofia Lemos (Módulo I: Técnicas e a poética da colagem)

[08/03/21] A Linha e seus papéis – com Edith Derdyk

[09/03/21] Escreviver – com Lúcia Castello Branco

[09/03/21] Ateliê de voz: escuta, experiência e criação – com Renata Gelamo

[09/03/21] Educação antirracista com histórias: mitos e contos africanos e afro-brasileiros – com Giselda Perê

[09/03/21] Livro de Artista e suas extensões gramaticais – curso de extensão universitária com coordenação de Edith Derdyk

[13/03/21] Correnteza: uma jornada de mulher em jogo – com Yohana Ciotti

[15/03/21] Escutas radicais: ecologias escriturais e criativas – com Sebastian Wiedemann

[26/03/21] Histórias para manter o céu suspenso – com Angela Pappiani

[31/03/21] Narração de Histórias como Prática Artística: Retomada do conto em contexto urbano – com Giuliano Tierno

[02/04/21] O Outro como contradição – com Giuliano Tierno

[03/04/21] Contar Histórias, Reinventar Mundos – com Emilie Andrade

[05/04/21] Cartografias do desenho – com Edith Derdyk

[06/04/21] Diário de reclusão – com Naine Terena

[07/04/21] Uma mala corpo casa para viajar (módulo 2) – com JulliPop

[08/04/2021] Recorte a vida e transforme em arte -com Sofia Lemos (Módulo II: A colagem e os cinco sentidos)

[10/04/21] Janela laboratório: imersão de criação artística em narração oral – com Simone Grande

[20/04/21] Escrever, costurar, vestir – Jonas Samudio

[20/04/21] Maurice BLANCHOT: a escritura do desastre e o tempo messiânico – com João Gomes

[03/05/21] Pensar é pensar sempre por outros meios: laboratório de pensamento cinematográfico – com Sebastian Wiedemann

[06/05/2021] Recorte a vida e transforme em arte -com Sofia Lemos (Módulo III: Técnicas Mistas e a colagem)

[11/05/21] Mães que contam: um exercício de escuta, reflexão, narrativa e escrita da maternidade – com Letícia Fagundes

[03/06/2021] Recorte a vida e transforme em arte -com Sofia Lemos (Módulo IV: Desconstrução de paisagens com colagem)

ACONTECEU N'A CASA

[21/11] Para Amar a Poesia: a arte da palavra e a infância – com Giba Pedroza

[30/11] Escritas de quarentena – com Tatiana Barbosa Cavalari

[19/11] A Poética do Objeto: da Metáfora ao Afeto – com Kelly Orasi

[18/11] Ateliê online: Práticas de desenho e pintura – com Biba Rigo

A CASA TOMBADA

LUGAR DE ARTE, CULTURA, EDUCAÇÃO

Inaugurada em 18 de julho de 2015 pelos sócios Ângela Castelo Branco e Giuliano Tierno, A CASA TOMBADA abriga debaixo de um mesmo teto salas de aula, ateliês, biblioteca, espaço para convívio, exposições e conversas em diferentes formatos.

Lugar de Arte, Cultura e Educação na cidade de São Paulo, A Casa tem sido reconhecida pelo trabalho de excelência desenvolvido ao longo dos últimos anos nas áreas de literatura, oralidade e escritura.

Com caráter (in)disciplinar, busca diminuir as fronteiras entre as linguagens artísticas, o fazer e o pensar. Os cursos e encontros que acontecem na Casa são construídos de forma artesanal e estão voltados para os saberes de experiência dos participantes.

TODA AULA É UM CONVITE AO NÓ.
REATAR O QUE ESTAVA
DEMASIADAMENTE FROUXO EM NÓS.

BLOG d'A CASA

Christine Floating in the Sea, St Barth’s, 1999Photography by Nan Goldin I
[Poemas à porta] Embriaguez, por Arturo Gamero

Na antiguidade a embriaguez era o signo da vertigem sagrada que coroava o homem com a luminosidade diáfana do eterno, o drogado era investido de um êxtase profético que o colocava no epicentro do culto a transmissibilidade da palavra, isto é, o enigma da palavra migratória. A embriaguez era um estado mágico em que as formas divinas assumiam a coloração dos fenômenos humanos.

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[Livros à mão] A partilha do incomum – ou a invenção constante é uma ave plena, por Renata Penzani

Em outubro, eu li uma matéria na Revista Quatro Cinco Um chamada Partilha do sensível , que dizia do quanto nós perdemos a capacidade de vivenciar coletivamente o absurdo. Estamos já quase na metade de fevereiro e eu ainda não esqueci essa ideia da incompreensão como uma experiência partilhada. Eu tinha acabado de começar a ler o livro Partilha do incomum, e me pareceu que os dois textos conversavam, não só pelo nome, mas pela intenção, mesmo sem nunca terem se visto.