São trechos de uma colcha que vai até os primeiros da família.
Meu avô dizia que vivemos submersos em certa água invisível para nós, como acreditava ser
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Esta semana, uma jovem de 14 anos me disse: “Necessito ficar perto da minha mãe porque meu corpo não está me sustentando.”
Escute aqui A aventura de Chu narrada por Giuliano Tierno
Aparece assim na introdução do livro:
Quem conta um conto que é parte
De nossa ancestralidade
Difunde, divulga a arte,
Velha como a humanidade.
Um trabalho de conclusão de curso pode seguir muitos caminhos.
Imagine então um trabalho de conclusão de curso que se propõe a pensar e praticar a Narração Oral de Histórias em Contexto Urbano: uma infinidade de caminhos.
Minha voz! Exila-te de mim. Esvazia-te de tudo.
Estamos, sim, no deserto. Nada pela frente, nada atrás. Está incômodo. Se venta, se faz calor, se os pés doem, tudo pesa, grave.
Mas no deserto há a voz.
Esta história nasceu rabiscada num caderno de rascunho durante um curso com a Carolina Moreyra e com o Odilon de Moraes n’A Casa Tombada.
Assim termina o livro O homem que lia as pessoas, de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Nelson Cruz e publicado pela editora SM em 2007.
Conheci a Aline Cantia num jogo de lego.
Lego é um verbo latim que nos ajuda a pensar a etimologia da palavra ler. Fui lido e li a partir da leitura de Aline.

