Mudar e mutar são frutos da mesma árvore. Tentemos como acontece quando estamos diante de um espelho, montar um quebra-cabeças: As frases roubadas são o início, todo pensamento é um roubo, roubar do latim é começo, “uma inversão”. Hoje o poeta Marcelo Ariel nos convida a entrar nos poemas ameríndios mudados para o português de Herberto Helder.
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Algumas ficções nos transportam para esses outros lugares, mas poucas conseguem fazer isso com o sabor de As cidades invisíveis, (Companhia das Letras, 2017) do Ítalo Calvino, por Renata Penzani.
Juciane Reis nos apresenta o seu (Amor)talhamento
Poemas e ilustrações de Fernanda Asteracea.
Eu era pequena e acreditava naquelas histórias. E sonhava com o dia em que poderia acompanhar o avô herói em suas aventuras pelas florestas. Texto de Angela Pappiani e narração de Cristiana Ceschi.
Keila Knobel nos faz m convite instigante a partir da leitura de Suíte Tóquio, de Giovana Madalosso.
Um manual para meninos negros, de como amar mulheres negras. É assim que eu chamo o livro escrito por Ana Fátima, As tranças de minha mãe, por Níní Kemba Náyọ̀
Hoje, poemas de Fabiana Carneiro em nosso blog.
O livro Aimée&Jaguar conta a história de duas mulheres de universos diferentes (uma lésbica convicta judia e uma – até então – hétero esposa de nazista, que se descobre lésbica depois). Elas se apaixonam em plena guerra e holocausto, em 1944, por Ellen Paes.
Ao “perguntar”, ao Google, quantas guerras existem atualmente? Leio que “segundo a ONU, existem 30 regiões do mundo com a presença de conflitos armados. A maior parte destes conflitos envolve disputas por território e inclui, dentre as motivações, diferenças étnicas, religiosas e o controle de recursos naturais”.

