Mais do que uma vez na vida sentimos coisas sem nome. Quer dizer, nome, nome mesmo, certamente deve ter. Provavelmente numa língua estrangeira, numa língua sem lugar, numa língua individual, nossa, interna.
Blog
Um encontro com a memória e a ancestralidade é o que a artista de hoje, Priscila Leonel, nos convida ao abrir as portas de sua casa-ateliê. Um espaço aconchegante em Sorocaba, no interior de São Paulo, que, em cada canto, mergulhamos no sentir-pensar sobre nós, mas principalmente sobre o nós que é coletivo por se constituir dos/as que vieram antes.
Ierê Ferreira é um importante fotógrafo no cenário nacional e não é possível falar de fotografia e samba carioca sem passar pelas suas obras, pois eternizou inúmeras rodas de samba e carrega consigo preciosas imagens de grandes sambistas. Para partilhar com A Casa Tombada sua arte, Ierê Ferreira lançou um convite-viagem para Dakar, capital do Senegal, país localizado na África Ocidental.
A Companhia de Dança Agnaldo Bomfim (CDAB) existe e resiste em Teixeira de Freitas ocupando o Extremo Sul baiano com dança.
ZEBB é produtor cultural, músico e DJ que carrega consigo muitos vinis unindo diferentes gêneros musicais à música eletrônica. Aqui, vamos conhecer um pouquinho da produção desse artista incrível ao passear pelo seu trabalho “Muita Onda para Vinícius de Moraes” e ouvir-dançar com o seu álbum recém-lançado “Times of Trouble”.
Estamos no mês de novembro. Mês que comemoramos o dia da Consciência Negra, dia 20 de novembro, dia de Zumbi dos Palmares. Hoje, com as criações de Ester de Oxum.
Estamos no mês de novembro. Mês que comemoramos o dia da Consciência Negra, dia 20 de novembro, dia de Zumbi dos Palmares. Um mês para homenagear quem se une ao coletivo em todas as lutas e celebrações da vida, dia de rememorar e exaltar todas as pessoas que vieram antes e construíram possibilidades para chegarmos até hoje.
Liliana Pardini nos conta seu encontro com o livro Grande Sertão: Veredas: “Eu já tinha tentado entrar no Sertão duas ou três vezes. Caminhava até a página 50 mais ou menos, onde parecia haver uma fronteira. Os espinhos da caatinga, o chão pedregoso me arranhavam, mesmo achando estar vestida com a jaqueta de couro mais resistente.”
Cristina Rocha apresenta seu TCC A poética da infância na construção do narrador: “Chegue perto de uma criança pequena. Observe, escute. Ela é capaz de transpor a rigidez da realidade, deslocando os objetos de suas funções e descrições para um jogo criativo e libertador, ressignifcando a realidade que se apresenta.”
Isso é o que podemos experimentar como algo do sublime. Acredito que está mais do que na hora de afirmarmos uma super, ultra, outra, over, infra, visão da Terra, para que possamos cuidar desse oásis fluorescente, cheio de vida, que vagueia no cosmos. E, sim, vamos cuidar dela!

