Blog

keke_abertura

29 dez: [Poemas à porta] Esse rio não é minha rua, é minha casa, por Keké Bandeira

Sou nortista, parida nas beiras do rio Tapajós. Sou mulher negra, com deficiência, cinemista de beira, documentarista da Amazônia. De estudo, sou mestre em sociologia pela UFPA, funcionária pública na Universidade Federal do Oeste do Pará. A poesia se manifestou muito cedo.Aos 20 anos escrevi meu primeiro livro, nunca publicado, chamado “água, sal e açúcar”.

caiozero_01

23 dez: [Livros à mão] Rumi, por Caio Zero

Rumi conta a história de uma criança em situação de rua que, acompanhada do seu gatinho Nico, revira lixo e faz malabarismo no sinal na tentativa de se alimentar. Vez ou outra é ajudado por uma mão caridosa, a Tia, que é uma senhora que sempre que pode doa algo ao menino, um pouco de comida, uma peça de roupa, uma conversa.

IMG-3222

14 dez: [A voz d’A Casa] Sementes na pele de papel, por Angela Pappiani

Durante muitos anos eu escutei histórias tradicionais, no aconchego de minha casa, balançando na rede; dentro das casas de palha cheirosa nas aldeias, com o foguinho estalando ou deitada nas esteiras no pátio aberto para o céu de mil estrelas. Histórias do tempo do poder que falam da criação do mundo, das paisagens, dos seres vivos de todo tipo, dos afetos, dos rituais.

Montagem capas [para chamada do blog]

09 dez: [Livros à mão] Livros livres: acesse, copie, adultere, distribua por Maruzia Dultra

Criei a coleção em 2018, já na reta final do doutorado, a fim de promover o encontro que sustenta o insustentável gesto da escrita com você, pessoa leitora. Os títulos: Cartas (não) filosóficas e Ensaio Corpográfico, editados em tiragem mínima (quando artesanais) ou máxima (quando virtuais), variam da forma impressa, manuscrita, digital, até “livros quase-de-artista”, como costumo chamar, e quase sempre partem de caderninhos de papel para ganhar nova vida na página e/ou na tela.