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04 jul: Defesa do douturado: À escrita: um outro se arrisca em ti, de Ângela Castelo Branco

Aconteceu n’A Casa Tombada! Uma espécie de inauguração de um “Quintal acadêmico”, de um lugar para o afeto e o rigor convivendo ao mesmo tempo, um lugar de não abandonarmos o amor e a emoção de conhecer. Defesa da tese de doutorado de Ângela Castelo Branco, À escrita, um outro se arrisca em ti, orientado pela profa. Dra. Luiza Christov, no Instituto de Artes da UNESP.
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18 jun: Grupo de Investigação em Escrita: do outro lado da rua

Somos um coletivo formado por Ângela Castelo Branco, Natália Barros, Nicolau Ferreira e Tati Fraga. Começamos em fevereiro deste ano a nos encontrar uma vez por semana, todas as segundas-feiras, n’A Casa Tombada, pra pensar, ler, escrever, ouvir e produzir textos. Já logo nos primeiros encontros, sentimos a necessidade de expandir A Casa, de atravessar a rua, de ir para dentro do Parque da Água Branca. Começamos a nos reunir na calçada e ocupar a beira do muro com cadeiras de praia. Chamamos de varanda esse lugar, onde passamos a tomar à fresca, estar no fluxo do mundo, de ver e de sermos vistos pelos transeuntes. Às vezes escrevendo, às vezes lendo, às vezes caminhando e às vezes escrevendo e andando ao mesmo tempo.
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25 maio: Das coisas que acontecem num’A Casa

Das coisas que só acontecem num’A Casa: dia desses a Heloisa Helena (que adotou a Casa Tombada como sua e que não tem vergonha de, às vezes, não achar nada sobre as coisas), veio à Casa com a Marilândia, que tem 16 irmãos, os filhos do Milton e da Maria, que ficaram gravados de verde na nossa mesa de vidro. Dá pra esquecer uma história dessas? Quem vier aqui, verá o nome deles:
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18 maio: A sacerdotisa e o livro

Do outro lado da rua, grupo formado por Ângela Castelo Branco, Natália Barros, Nico Ferreira e Tati Fraga. Esse é um coletivo de quem tem necessidade de escrita, que se reúne todas as segundas-feiras, das 17h às 19h, n’a Casa Tombada para escrever, sentar do outro lado da rua, olhar, ler, caminhar no parque e demorar-se nas árvores.
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15 maio: Sugestão de Leitura

um texto necessário é um texto que não para de se fazer em nós. um texto que, falando da infância, fala da solidão e, falando da solidão, nos convida ao não silenciamento das menores-grandes coisas. ótima leitura!