“Sempre damos a sorte de encontrar bell hooks e Paulo Freire proseando”. Este texto de Kali Oliveira nos dá a mão para fazermos do pensar, agir, refletir, ensinar e transgredir um mantra diário.
Livros à Mão
Liliana Pardini propõe uma escritura coletiva a partir da leitura do livro O Riso da Medusa, de Hélène Cixous
Falar sobre Tituba-Condé/ Condé-Tituba-Carulina não é fácil. O livro me atravessa de tantas formas. A época em que li, tudo o que conquistei depois… são muitas as emoções, por Maria Carolina Casati.
O escritor Gabriel Biasetto, nascido em Bragança Paulista, nos fala sobre seu interesse pelo tema solidão e de como encontrou em Marina Colasanti um outro modo de estar com ela.
Angélica Almeida apresenta seu canal no youtube, série Inspirações, na qual ela dá voz às suas leituras inspiradoras.
O livro Vazio da autora e ilustradora portuguesa Catarina Sobral é belamente narrado por Letícia Moreno.
Liliana Pardini dialoga com o texto Escrever, de Marguerite Duras, livro recém lançado pela editora Relicário. E esse diálogo se faz por dentro, por composição, estudo, comparação, resposta, cópia, inversão, subversão. Não seria exatamente isso o escrever?
Isabela Miranda faz uma resenha-mais-que-afetiva entrelaçando suas memórias de infância com o livro “Com qual penteado eu vou?” de Kiusam de Oliveira.
Rumi conta a história de uma criança em situação de rua que, acompanhada do seu gatinho Nico, revira lixo e faz malabarismo no sinal na tentativa de se alimentar. Vez ou outra é ajudado por uma mão caridosa, a Tia, que é uma senhora que sempre que pode doa algo ao menino, um pouco de comida, uma peça de roupa, uma conversa.
Criei a coleção em 2018, já na reta final do doutorado, a fim de promover o encontro que sustenta o insustentável gesto da escrita com você, pessoa leitora. Os títulos: Cartas (não) filosóficas e Ensaio Corpográfico, editados em tiragem mínima (quando artesanais) ou máxima (quando virtuais), variam da forma impressa, manuscrita, digital, até “livros quase-de-artista”, como costumo chamar, e quase sempre partem de caderninhos de papel para ganhar nova vida na página e/ou na tela.

