Falar sobre Tituba-Condé/ Condé-Tituba-Carulina não é fácil. O livro me atravessa de tantas formas. A época em que li, tudo o que conquistei depois… são muitas as emoções, por Maria Carolina Casati.
Cursos A Casa Tombada
Marcelo Ariel escreve a partir dos trabalhos da artivista Sheila Ayo: “sua arte desconstrói a imanência capitalística-branca-antropo-falo-cêntrica e inclui o mundo no corpo como a floresta inclui o animal humano”.
Em sua estreia no blog d’A Casa, Cordeia Correa ativa as palavras conectar-se/ criar laços/ vincular-se como essenciais na prática formativa e sensível de nós professoras e professores.
“Tempo de angustiar é tempo de contar? – Um ensaio, de gestação longa, parido na pandemia, quer mostrar que mal-estar pode ser um caminho narrativo”, intenso e necessário trabalho de conclusão de curso realizado por Leticia Fagundes, na pós-graduação Arte de Contar Histórias.
O escritor Gabriel Biasetto, nascido em Bragança Paulista, nos fala sobre seu interesse pelo tema solidão e de como encontrou em Marina Colasanti um outro modo de estar com ela.
Tarsila Luz se encontra com o livro Os sonhos de Helena de Eduardo Galeano e dá voz para trechos escolhidos.
Em outubro, eu li uma matéria na Revista Quatro Cinco Um chamada Partilha do sensível , que dizia do quanto nós perdemos a capacidade de vivenciar coletivamente o absurdo. Estamos já quase na metade de fevereiro e eu ainda não esqueci essa ideia da incompreensão como uma experiência partilhada. Eu tinha acabado de começar a ler o livro Partilha do incomum, e me pareceu que os dois textos conversavam, não só pelo nome, mas pela intenção, mesmo sem nunca terem se visto.
Ananda Luz e Lolla Angelucci apresentam o artigo recém publicado por elas: Livro Informativo na escola: um diálogo entre o ensino de ciências, as artes e a literatura infantil, fruto do encontro com a pós-Graduação O Livro Para Infância: Processos Contemporâneos de Criação, Circulação e Mediação, realizado n’A Casa Tombada.
Angélica Almeida apresenta seu canal no youtube, série Inspirações, na qual ela dá voz às suas leituras inspiradoras.
Para Marcelo Ariel, a palavra Al-kimiya, mais do que uma metáfora do desejo, é o modo como percebemos ou sentimos as transmutações do afeto do Sol em todos os outros afetos.

