O poeta Marcelo Ariel faz uma “Breve síntese da iluminação ética” na obra do cineasta russo Andrei Tarkovski.
Cursos A Casa Tombada
Ângela Castelo Branco, ao ler fragmentos de Maria Filomena Molder, Epitecto e Ana Martins Marques elabora a ruína da casa e da morte inventando a morte de sua própria mãe, que também é a sua morte.
Francisco Nunes conversa com o livro O quarto de Giovanni, de James Baldwin. O livro trata de uma relação conturbada, a que hoje denominaríamos “triângulo amoroso”, envolvendo David, personagem central do enredo, Giovanni e Hella, na conjuntura histórica dos anos 1950 em Paris.
Seu Casemiro Sampaio, um sábio e poderoso ser da floresta, conhecedor das histórias do princípio do mundo, dos milhares de cantos e melodias de flautas
de seu povo Yepah Masã, conhecido como Tukano, nos deixou órfãos. Se foi no começo deste ano, vencido pela Covid19 como tantos outros indígenas, de
tantos povos, neste Brasil que não conhece, não respeita seus habitantes originários, por Angela Pappiani.
O Fogo de 51 ocorreu há 70 anos, no Extremo Sul da Bahia, quando a aldeia de Barra Velha teve suas casas incendiadas. Esse triste episódio, que hoje faz parte da história Pataxó, tem sido recontado por intermédio de várias linguagens, inclusive das artes, no intuito de evidenciar as narrativas Pataxó. Esta poesia foi escrita por Itamar dos Anjos para a produção cinematográfica que o coletivo Umbandaum está produzindo sobre o Fogo de 51.
“Antes mesmo de contar a vocês sobre meu encantamento com o livro O Cabelo de Cora de Ana Zarco Câmara, com ilustração de Taline Schubach, irei falar a respeito da minha relação com os livros e de como esta construção de afeto foi elaborada.”, por Danielle Ramos
A capoeira, o poema e a escrita unem-se em Damiane Niomara Bemvindo.
Naiara Peixoto, de pseudônimo Flor de Lis, nos dá a ler seus poemas do livro Rabiscos e Memórias, lançado em 2020.
Mudar e mutar são frutos da mesma árvore. Tentemos como acontece quando estamos diante de um espelho, montar um quebra-cabeças: As frases roubadas são o início, todo pensamento é um roubo, roubar do latim é começo, “uma inversão”. Hoje o poeta Marcelo Ariel nos convida a entrar nos poemas ameríndios mudados para o português de Herberto Helder.
Algumas ficções nos transportam para esses outros lugares, mas poucas conseguem fazer isso com o sabor de As cidades invisíveis, (Companhia das Letras, 2017) do Ítalo Calvino, por Renata Penzani.

