[vc_row full_width=”stretch_row_content”][vc_column][gem_fullwidth background_style=”cover” background_image=”1617″][vc_empty_space height=”80″ css=”.vc_custom_1544277240300{background-color: rgba(177,15,46,0.8) !important;*background-color: rgb(177,15,46) !important;}”][gem_divider margin_top=”400″][vc_custom_heading text=”Matéria sobre a Casa Tombada na TV Cresci” font_container=”tag:div|font_size:60|text_align:center|color:%230a0a0a|line_height:1″…
admin
[vc_row full_width=”stretch_row_content”][vc_column][gem_fullwidth background_style=”cover” background_image=”1641″][vc_empty_space height=”80″ css=”.vc_custom_1544277240300{background-color: rgba(177,15,46,0.8) !important;*background-color: rgb(177,15,46) !important;}”][gem_divider margin_top=”400″][vc_custom_heading text=”Graça Lima – Infância no desenho e as mudanças…
[vc_row full_width=”stretch_row_content”][vc_column][gem_fullwidth background_style=”cover” background_image=”1639″][vc_empty_space height=”80″ css=”.vc_custom_1544277240300{background-color: rgba(177,15,46,0.8) !important;*background-color: rgb(177,15,46) !important;}”][gem_divider margin_top=”400″][vc_custom_heading text=”Ricardo Azevedo – O primeiro livro e a escola”…
Era uma vez uma casa, totalmente abandonada e um tanto assombrada, localizada no número 109 na rua Ministro Godoi, em Perdizes, zona oeste de São Paulo.
A profa. Dra. Luiza Christov conversa com Arthur Iraçu, coordenador da Pós Graduação Histórias e Culturas Afro Brasileiras e Indígenas para Educação.
Acompanhe o Canal Sim!
Falemos de casas, do sagaz exercício de um poder
tão firme e silencioso como só houve
no tempo mais antigo.
Após um ano intenso, em que a Casa se desdobrou e não tivemos escolha senão acompanhá-la, lembramos desse texto do nosso querido sempre-presente Dorival Teixeira (pai da Ângela) recebido no dia da inauguração da casa, em 18 de junho 2015.
O que pode caber numa casa?
Cabe mesa, cadeira, cama, banheira
Cabe fogão, sofá, louça, batedeira
Aqui, as mesas procuram as janelas. Mudam sempre de lugar. E o corpo é convidado a sentar o olhar para fora. Quem chega, chega sempre pela janela. Em três ou quatro delas a renda das árvores é o que se vê. Em outras, são pedaços de paredes, que não chegam a ocupar o pensamento. Sobram espaços. Para estar na altura dos intervalos, entre o ir e vir dos sentidos. Ora em sombra, ora em sol.
A maçaneta da sala de cima está quebrada. Não abre nem fecha mais. Isso porque a porta foi arrombada e ainda não a consertamos. Há mais de dois meses. E não deixamos de tocá-la um só dia. Fechamos a porta que não fecha e abrimos a porta que não abre. Não é de substituição que se trata, mas de convívio.

