No presente trabalho afirmo que gingar é caminhar. Caminhar na história da capoeira, no próprio corpo, na roda, nos diários , papéis e
tecidos. Uma caminhada que busca a valorização de uma manifestação cultural afro-brasileira e da identidade da mulher negra na
capoeira.
Nessa caminhada riscos surgem nos diários, tecidos, papéis e areia. Esses ricos foram realizados na procura de cartografar algumas
movimentações da capoeira e encontrar nas linhas e riscos a construção da própria identidade.