A história de Baal Shem, por Giuliano Tierno
Essa história evoca o princípio sem começo. O princípio como fonte, nascente, ponto de origem, sangue vital. Por vezes nos vemos diante do dito sem princípio. E a compreensão se distancia da linguagem. A linguagem é uma coisa a compreensão outra coisa. Dizer até a borda do princípio. Caminhar em direção à medula. Lá onde o sangue é memória e osso.

 

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Referência:
Agamben, Giorgio. O fogo e o relato. São Paulo: Boitempo, p. 27.

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