Tempo de angustiar é tempo de contar? - Um ensaio, de gestação longa, parido na pandemia, quer mostrar que mal-estar pode ser um caminho narrativo.
Autor
Letícia Calovi Fagundes Soares
Descrição
O texto nasce da pergunta sobre o que pode ser motivador para que cada um de nós seja narrador e rapidamente se apega a uma urgência narrativa baseada na angústia de uma pandemia persistente. Pode o mal-estar ser despertar para algum contar? Dois encontros, um com a dramaturga Livia Piccolo, e outro com a escritora Regina Rapacci, ajudam a investigar essa pergunta. Piccolo narra após o nascimento do filho. Rapacci, após a morte da mãe. Há também palavras minhas que ficaram no papel. Em comum, o fato de que angustiar virou história.