Uma caminhada longa sem início definido
aberta na memória ancestral.
Uma caminhada longa sem fim,
porque a matéria se transforma e permanece
e a memória sobrevive no vento.
CARERI, Francesco. Walkscapes: o caminhar como prática estética. Editora GG, 2013.
DERDYK, Edith. Linha de horizonte. 2a edição. Editora Intermeios, 2016.
GAGNEBIN, Jeanne Marie. O método desviante. Revista Trópico, 2006. Disponível em: https://
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GROS, Frédéric. Caminhar: uma filosofia. Editora Ubu, 2019.
INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimentos e descrição. Editora Vozes, 2019.
INGOLD, Tim. Fazer: antropologia, arqueologia, arte e arquitetura. Editora Vozes, 2017.
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KATO, Shuichi. Tempo e espaço na cultura japonesa. Editora Estação Liberdade, 2018.
KRENAK, Ailton. Ideias para o fim do mundo. Companhia das Letras, 2019.