No contexto de uma pandemia que ganhou escala planetária em março de 2020, os estudos acerca da natureza que somos, atrelados à experiência de imersão que tivemos no Parque Nacional do Itinguçu e ao meu percurso de infância e profissional na área da educação, foram determinantes para compor o meu foco de pesquisa para este trabalho. A disposição e curiosidade para reconhecer outras dimensões da nossa vida, associar o nosso florescer humano ao crescimento de uma árvore, identificar aspectos físicos e orgânicos que nos aproximam das plantas, perceber nos movimentos de uma árvore ao vento características do meu próprio corpo me conduziram ao título e fio condutor dessa escrita: Quais são as oportunidades que mantém pulsante a nossa condição inicial, de semente-criança?
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