PROGRAMAÇÃO DE FÉRIAS

JULHO – 2021

Magma da palavra

PROGRAMAÇÃO

CURSOS ONLINE

[08/03/21] A Linha e seus papéis – com Edith Derdyk

[09/03/21] Escreviver – com Lúcia Castello Branco

[09/03/21] Ateliê de voz: escuta, experiência e criação – com Renata Gelamo

[09/03/21] Educação antirracista com histórias: mitos e contos africanos e afro-brasileiros – com Giselda Perê

[13/03/21] Correnteza: uma jornada de mulher em jogo – com Yohana Ciotti

[29/04/21] Descobrindo os 4 elementos da astrologia em nós – com Liliane Pellegrini e Melissa Migliori

ACONTECEU N'A CASA

[22/04] Que coisa incrível é um livro: história, criação e infâncias – com Cristiane Rogerio e Camila Feltre

[04/05] Entre ser um e ser mil: O livro como espaço poético – com Edith Derdyk

[15/05] A Arte da Escuta: Sobre leveza e exatidão com Giuliano Tierno

[09/06] Educação antirracista com histórias: Mitos e contos africanos e afro-brasileiros – com Giselda Perê

A CASA TOMBADA

LUGAR DE ARTE, CULTURA, EDUCAÇÃO

Inaugurada em 18 de julho de 2015 pelos sócios Ângela Castelo Branco e Giuliano Tierno, A CASA TOMBADA abriga debaixo de um mesmo teto salas de aula, ateliês, biblioteca, espaço para convívio, exposições e conversas em diferentes formatos.

Lugar de Arte, Cultura e Educação na cidade de São Paulo, A Casa tem sido reconhecida pelo trabalho de excelência desenvolvido ao longo dos últimos anos nas áreas de literatura, oralidade e escritura.

Com caráter (in)disciplinar, busca diminuir as fronteiras entre as linguagens artísticas, o fazer e o pensar. Os cursos e encontros que acontecem na Casa são construídos de forma artesanal e estão voltados para os saberes de experiência dos participantes.

TODA AULA É UM CONVITE AO NÓ.
REATAR O QUE ESTAVA
DEMASIADAMENTE FROUXO EM NÓS.

BLOG d'A CASA

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[Poemas à porta] 51 O FOGO QUE NÃO SE APAGOU, por Itamar dos Anjos

O Fogo de 51 ocorreu há 70 anos, no Extremo Sul da Bahia, quando a aldeia de Barra Velha teve suas casas incendiadas. Esse triste episódio, que hoje faz parte da história Pataxó, tem sido recontado por intermédio de várias linguagens, inclusive das artes, no intuito de evidenciar as narrativas Pataxó. Esta poesia foi escrita por Itamar dos Anjos para a produção cinematográfica que o coletivo Umbandaum está produzindo sobre o Fogo de 51.